Domingo, Novembro 08, 2009

Um vídeo feliz! Ou não.

Faz séculos que não escrevo nada descente aqui, só as coisas emos dos posts anteriores. Ou seja, tá foda!
uAHuAHuAHuAhuA...

Bem, o vídeo em questão é esse aqui. (Ah, por algum motivo, pelo menos aqui, o vídeo aparece duas vezes de pois começa outro que acaba no meio, ou sej,a só precisa assistir até os créditos, se algo mais aparecer, deixa pra lá! Ou não)

Particularmente, gosto muito desse vídeo, reflete muitas coias que penso ultimamente, e outras não. Mas o que mais me chama a atenção é o início: do sonhador ao cara que tem que se moldar ao padrão.
Sei lá, acho que eu estou meio "padronizado" ultimamente.

Mas não quero falar mais nada... prefiro ficar calado.

Sábado, Outubro 31, 2009

Palavras que não entendo: solidão

Solidão...

As vezes estou sozinho e sinto que algumas pessoas estão tão próximas que posso imaginar elas do meu lado...
As vezes estou no meio da multidão e me sinto sozinho... mesmo que as pessoas anteriores estejam por perto...
Em ambos os casos não entendo o que quer dizer solidão...Só sei que as vezes sinto, as vezes não... e quando sinto, dói...

Sábado, Setembro 26, 2009

Ressaca do dia seguinde...

Nossa, acordei hoje com uma puta ressaca. Só não sei se foi por causa do bebi ontem ou pelo que escrevi. Escrevi uma coisa com pouco nexo de muitas que rodeiam minha cabeça atualmente.
Acordei enjoado, não sei se pra vomitar mais palavras...
O Certo é que estou cansado.

O mias legal que atualmente nesse blog só a Rita comenta. É engraçado, eu pensei em mudar o nome do blog para "Minha vida - com comentário de Rita Santana" ou algo assim! aUHAuhauHAuAHuAuA...

O que, para que, quem e como?

Sobre o título. Bem essas questões:
  • O que?
  • Para que?
  • Para quem?
  • E como?
Vieram da minha aula de sexta à noite, de Educação Especial. São perguntas sobre Educação, mas como o Allan (meu professor e orientador) já disse, servem como reflexão para a vida...
Por muito tempo, me perguntei "que merda tô fazendo?", mas essas quatro perguntas, que me vem à cabeça agora, resumem melhor a situação.
Eu me pergunto agora, "o que estou fazendo?", "pra que estou fazendo?", "pra quem estou fazendo?" e "como vou fazer?".

Eu lembro o tempo (acho que já falei sobre isso) que pouco me importava as pessoas. O mundo, que seja...
Eu seguia minha vida, fazia o que me pediam, fazia bem, e foda-se o resto. De certa forma, não me importava nem um pouco com os outros. Na verdade até me importava. Esperava que todos morressem, o mundo seria bem melhor sem pessoas. Eu não acreditava nem um pouco nas pessoas, que elas poderiam melhorar. Basicamente, para mim, antes a humanidade acabasse que o resto do planeta.

Mas de um tempo pra cá as coisas mudaram (acho que já escrevi sobre isso também), eu comecei a me importar com as pessoas, não que eu cagasse e andasse para as pessoas que eu gostasse, mas achava o sacrifício válido... Mas não acho mais, não deles pelo menos. Acho que de ninguém...

Lembrei de outra coisa agora. Lembro, que antes de me tornar sociável, eu imaginei o meu pior futuro. Basicamente era eu rico, poderoso, com mulheres lindas quando quisesse e sozinho. No final, alcançaria um posição invejável por todos, mas nunca teria feito nada que me fizesse realmente feliz.

Lembro de outra coisa engraçada. Do Rennó falando que enquanto ele dirigia, o simples fato dele seguir as regras de trânsito, era motivo de ser ridicularizado ou taxado de chato. E isso me lembra também (isso eu sei que já falei) do meu padrasto ser apontado na rua e ser "xingado" de honesto. Simplesmente porque ele não tinha gato na rede elétrica e pagava impostos...

Bem juntando tudo que escrevi mal anteriormente, o que quero dizer é:
O que estou fazendo da minha vida? É válido?
Para o que estou fazendo? É bom ou ruim?
Para quem estou fazendo? É realmente me importa? E quem me importa?
E como estou fazendo? É correto? Certo? Aceito? Por quem?
Essas questões me fazem pensar o porque um cara que jogava bola comigo quando criança, entrou para o tráfico, sabe-se lá porque. Onde não existe lógica nenhuma: racial, religiosa, ideológica ou seja lá o que pra se matarem. E morreu, simplesmente porque o policial que podia prende-lo resolveu meter uma bala na cabeça dele, mesmo ele já não pudesse fazer nada, além de se render.

E nessa coisa confusa que escrevi, eu me pergunto, o que posso fazer?
Será que nada, além de assistir as pessoas a minha volta se matarem por ideologias baratas e matarem quem está próximo de mim também, mesmo que não se envolva, também?
Será que é isso que sou? Ou grande expectador?
Que simplesmente se senta em frente à tela de TV e assiste as pessoas morrendo? Seja aqui na esquina ou em outro país? Que nada que eu faça valia alguma coisa? E eu não posso fazer nada?

Eu sei que esse post é feio, chato e mal escrito. Mas pra você que leu essa desgraça pense no que está fazendo, para que, quem e como.

Eu sei que estou tentando "abraçar" o mundo. Mas sei que se eu não o fizer, nada do que fiz até agora teve sentido para mim. E o "mim", egoistamente, responde o "quem?" da questão.

Mas, como pra mim tudo é uma merda... Foda-se, eu sigo o que acredito, mesmo que depois descubra que não foi o certo!

A única certeza? Sobre minha existência, esperava que não existisse!

Sexta-feira, Setembro 18, 2009

Lembre-se...

Lembra-se, se seu fígado desejar álcool, obedeça-o e tenha um boa noite de sono profundo e pesado. (Manual do suicídio lento)